Gestão Livre de Parque de Informática (GLPI): mudanças entre as edições
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Matheus Eduardo Barbosa da Conceição - Jornalista | |||
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Ana Virginia Ferreira Carmo e Elton Bezerra Lima | |||
==<b>Tecnologia da Informação</b>== | |||
Gustavo Freire de Oliveira Borges - Análise e Desenvolvimento de Sistemas | |||
Edição das 17h17min de 13 de fevereiro de 2026

GLPI
O sistema GLPI consolidou-se como a plataforma oficial de central de chamados e gestão de ativos da Prefeitura de São Paulo, tendo sua implementação estruturada e iniciada por volta de 2018. Embora o software tenha sido criado originalmente em 2003, sua adoção em larga escala pelas secretarias municipais ocorreu nos últimos anos para modernizar a administração pública, visando substituir processos manuais ou chamados por telefone. Essa interface digital de código aberto reduziu custos e aumentou a transparência, sendo um sistema com foco em abertura de chamados utilizado dentro das secretarias municipais, é possível registrar demandas dos mais diversos tipos, a exemplo de suporte técnico e solicitações de infraestrutura. Assim, o servidor consegue formalizar solicitações, acompanhar o andamento da demanda em tempo real e interagir diretamente com a equipe de atendimento, garantindo que todo o fluxo seja documentado de ponta a ponta.
Na Secretaria Municipal de Gestão (SEGES), a função da plataforma é estratégica para gerenciar serviços internos prestados aos servidores, incluindo o suporte para serviços de informática, o inventário de hardware e a reserva de salas para reuniões. Esse modelo de governança é replicado em diversas secretarias e subprefeituras, com a centralização e priorização das necessidades locais.
É fundamental que o servidor sempre abra o chamado no portal oficial GLPI, para que o Departamento de Tecnologia da Informação (DTIC) possa medir os dados e gerar indicadores importantes que contribuem diretamente para a melhoria no atendimento e na qualidade dos serviços prestados. Para que essa gestão de dados seja eficaz, o usuário deve seguir boas práticas de registro, utilizando títulos objetivos, descrições detalhadas com o número de patrimônio dos equipamentos, anexando evidências visuais, como prints de tela.
O sistema também atua no monitoramento do ciclo de vida de softwares e hardwares através do GLPI-agent, permitindo um controle patrimonial rigoroso conforme detalhado em diretrizes oficiais. Ao classificar corretamente o chamado como incidente ou requisição e validar a solução ao final do processo, o servidor colabora para que a prefeitura identifique gargalos operacionais e otimize a alocação de recursos públicos. Essa transição para o meio digital não apenas organiza o fluxo de trabalho, mas assegura que cada secretaria tenha uma base de dados sólida para sustentar decisões estratégicas e manter a continuidade operacional de toda a infraestrutura municipal.
Chamados simplificados:
Quais serviços podem ser solicitados no GLPI?
Produção de conteúdo
Matheus Eduardo Barbosa da Conceição - Jornalista
Revisão de texto
Ana Virginia Ferreira Carmo e Elton Bezerra Lima
Tecnologia da Informação
Gustavo Freire de Oliveira Borges - Análise e Desenvolvimento de Sistemas




















































